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Ministro do Trabalho defende empoderamento sindical, saúde no trabalho, continuidade das políticas públicas de inclusão social, fim da escala 6X1 e voto consciente

  • Writer: Assessoria de Comunicação
    Assessoria de Comunicação
  • Jul 24
  • 3 min read

Updated: Jul 25


O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participou nesta sexta-feira, 24 de julho de 2026, de um debate no Sindicato dos Padeiros de São Paulo sobre temas atuais da política nacional e internacional e do mundo do trabalho, fundamentais para o movimento sindical, para a classe trabalhadora e para a categoria dos padeiros e confeiteiros.


Luiz Marinho destacou a política de valorização do salário mínimo, aprovada no primeiro mandato do presidente Lula, e enalteceu as políticas públicas de inclusão social, entre elas o Pé-de-meia, o Bolsa Família e o Prouni.


Mencionou o golpe que derrubou a presidente Dilma e os retrocessos ocorridos nos governos Temer e Bolsonaro. Citou, por exemplo, o fechamento de ministérios importantes, entre eles o Ministério do Trabalho. “No atual mandato do presidente Lula trabalhamos para o Ministério voltar a ser forte e garantir melhores condições de trabalho no País. A partir do ano que vem, em um novo mandato do presidente Lula, vamos estruturar ainda mais o Ministério”, disse.


O ministro defende as negociações coletivas, o empoderamento e a contribuição do movimento sindical na luta pelo voto consciente nas eleições de outubro. Para Luiz Marinho, além da reeleição do presidente Lula e da eleição de um novo governador para SP, é preciso mudar o perfil dos parlamentos, para elegermos pessoas realmente comprometidas com o desenvolvimento do País, com a distribuição de renda e com a qualidade de vida do nosso povo.


Chiquinho Pereira, presidente do Sindicato, destacou a trajetória de Luiz Marinho como metalúrgico, ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e da CUT, ex-prefeito de São Bernardo do Campo e atual ministro, lembrou a atuação conjunta em inúmeras lutas sindicais e afirmou que “é preciso estar sempre do lado dos trabalhadores e trabalhadoras”.


Chiquinho também concordou com o Ministro ao dizer que política é prioridade e que “todos nós somos decisivos nas eleições”.


Durante o evento, com presenças de diretores, assessores e funcionários do Sindicato, Marinho disse que acha que a PEC (proposta de emenda à Constituição) do fim da escala 6X1, já aprovada na Câmara dos Deputados, não será votada pelo Senado antes das eleições de outubro.


O ministro afirmou que a redução da jornada é uma antiga reivindicação do movimento sindical, tem apoio popular e que a medida não prejudicará as empresas. “Quem adotou escalas com dois dias de descanso passaram a preencher vagas que permaneciam abertas e reduziram o número de faltas de funcionários”.


Marinho afirmou que jornadas excessivas aumentam o adoecimento de trabalhadores e geram custos para empresas, para o SUS (Sistema Único de Saúde) e para a Previdência Social. Neste sentido, outro tema importante do debate, foi a saúde mental nos locais de trabalho.


Com todos os avanços conquistados pelo Sindicato, como a Norma Regulamentadora nº 12 (NR-12), que prevê proteção em máquinas e equipamentos, no combate aos acidentes e mutilações, no setor de panificação e confeitaria ainda há sobrecarga de trabalho, pressões excessivas sobre os trabalhadores(as), assédios e outros fatores de risco à saúde mental.


Para o Sindicato dos Padeiros de São Paulo, é fundamental ter o Ministério do Trabalho e Emprego atuando nessa questão, a fiscalização nas padarias e empresas e a conscientização da sociedade. “Nós estamos fazendo a nossa parte e em breve teremos no Sindicato atendimento de neuropsicologia à categoria”, afirma Chiquinho Pereira.


Também estiveram presentes ao evento o presidente da UGT, Ricardo Patah, e o Secretário de Emprego e Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, Marcos Perioto.



Por Assessoria de Imprensa do Sindicato dos Padeiros de São Paulo

 
 
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