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Bets endividam e adoecem milhões de famílias brasileiras

  • Writer: Assessoria de Comunicação
    Assessoria de Comunicação
  • 13 hours ago
  • 2 min read

Os jogos e as apostas on-line (bets) estão cada vez mais presentes no cotidiano, 24 horas por dia, e podem ser acessados por diferentes dispositivos, inclusive celulares.


O uso constante destas plataformas pode levar a pessoa a apostar por mais tempo ou gastar mais do que havia planejado, com impactos na situação financeira: muitos estão ficando endividados, deixando de comprar coisas essenciais para a vida, inclusive alimentos, colocando em risco o sustento de suas famílias e perdendo bens como, por exemplo, a própria moradia.


Também causam impactos na saúde mental, na rotina, no sono, no humor, nas relações e nas estruturas familiares e sociais; e geram violência.


Todas as pessoas são afetadas: crianças, jovens, adultos, homens e mulheres.


Precisamos ajudar essas pessoas a sair deste sofrimento, diretamente associado à compulsão nas apostas e nos jogos eletrônicos.


Defendemos a proibição de jogos de alto risco e a restrição da propaganda de apostas on-line como medida de proteção à saúde pública, mental e financeira.


O governo federal lançou algumas medidas de prevenção, entre elas, uma ferramenta on-line que alerta a população sobre os riscos das bets e oferece teleatendimento em saúde mental voltado para apostadores e suas famílias.


A inciativa é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Basta acessar o aplicativo ou o site Meu SUS Digital pela conta Gov.br (https://meususdigital.saude.gov.br/login).


Ali, o usuário deverá buscar por “miniapps” e, em seguida, “problemas com jogos de apostas?”.


Por fim, basta responder ao autoteste disponível na plataforma. O serviço é sigiloso.



* Segundo o estudo “Mulheres & Bets” https://www.clarice.cc/mulheres-e-bets as apostas já se infiltraram em

metade dos lares brasileiros.


* 49% dos brasileiros apostam ou já

apostaram.


* 42% das mulheres apostam ou já

apostaram.


* 62% das mulheres apoiam a proibição das casas de apostas vs. 50% dos homens.


* 36% das mulheres definem as apostas on-line como um vício vs. 30% dos homens.


* 67% das mulheres afirmam que as apostas estão acabando com as famílias brasileiras (vs. 59% dos homens).


* 23% dos brasileiros conhecem ou presenciaram alguma situação em que as apostas contribuíram para casos de violência dentro da família.


* Mulheres com filhos apostam 1,6 vez mais que as sem filhos e jogar tem menos a ver com lazer ou adrenalina e mais com a tentativa de aumentar a renda, sustentar a casa, atender às necessidades dos filhos e fechar as contas do mês.


Por Assessoria de Imprensa do Sindicato dos Padeiros de São Paulo

 
 
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